The Most Popular Girls in School

Não sei como esta web serie passou desapercebida no meu radar! Comecei a assistir semana passada e estou viciada. Super engraçada, os escritores são excelentes, assim como os voice actors. Super recomendo para todo mundo que deseja dar boas risadas. 😂

Me deu a maior vontade de voltar a fazer vídeos, quem sabe machinimas?

 

TV Shows + Decepção

Sem tempo de assistir novos tv shows, mas terminei UnREAL e olha, que decepção. Estava tudo indo bem, gostei dos primeiros episódios da 2ª temporada, mas lá pelo meio a coisa começou a degringolar de uma maneira que me deixou impressionada.

Nossa! Tudo bem, é um show da Lifetime, um canal americano famoso pelos seus dramalhões ridídulos… Mas quando penso melhor, mesmo levando esse fator “brega e novelesco” em conta, afe, detestei a série do meio para o final. O final em si foi ridículo, parece até que faltou um episódio onde algumas coisas aconteceram e os personagens resolveram certas pendências… Nem sei se vou voltar a assistir caso aconteça uma 3ª temporada, tal foi o bode que eu fiquei…

Mr. Robot - Season 2

E Mr. Robot? Virou uma viagem de LSD, não tem bem como explicar o que esta acontecendo ali. Não estou reclamando, adoro ver Sam Esmail fazendo coisas totalmente inimáginaveis num canal de TV aberta, e aquele throw back foi sensacional. Estou totalmente on board com todas as loucuras. A única coisa é que o plot em si esta parado. Ainda não assisti o espisódio da semana passada, espero que algo tenham finalmente acontecido.

Stranger Things

Sempre bom terminar com coisas boas, né? Stranger Things foi uma maravilhosa surpresa! Fiz um binge watch e acabou tão rápido. Que presente do Netflix, que realmente vem se superando. Amei, amei, amei. Aquela intro, toda aquela vibe, as músicas, nossa, que viagem a minha adolescência… E eu, que sou pouco nostálgica né?… Amei, amei, amei mesmo. A única coisa ruim é ter que esperar 1 ano para ver o que vai acontecer next.

Twin Peaks volta em 2017

Um dos meus seriados favoritos de todos os tempos, Twin Peaks, vai retornar as telas em 2017 com 18 episódios inéditos. Tenho certeza que vai ser excelente, já que a produção original esta envolvida no projeto, além de contar com o mesmo cast e alguns extras interessantíssimos. E claro, o mestre David Lynch.

Perfeito! E não só perfeito mas, como diria Audrey Horne, so dreamy. 💘

Twin Peaks

Twin Peaks no IMDB

The Girlfriend Experience

Acabei de assistir The Girlfriend Experience, do canal Starz. Se o nome soa similar ao filme de Steven Soderbergh, isso não é mero acaso: a série foi sim inspirada no filme de mesmo nome, que gira em torno de uma garota de programa de Nova York.

Bom, o que o plot prometeu -aquela excitação que todos programas que tocam na dobradinha sexo e prostituição sempre prometem- ele com certeza cumpriu. Gostei da vibe, a direção é muito boa, visualmente a série tem momentos bem sexies. A trama teve cenas que eu adorei e me deixaram na beirada do sofá: o passeio no veleiro foi um deles, assim como o estresse no escritório já mais para o final da temporada, são alguns dos excelentes momentos da série.

The Girlfriend Experience

Mas infelizmente quando as coisas interessantes não estão acontecendo, é praticamente impossível saber o que esta se passando interiormente com a personagem principal. A apatia da personagem Christine Reade me fez pensar que ela talvez sofra da síndrome de asperger.

Detesto a representação de garotas de programa deste modo: estão mortas por dentro, então ficam apáticas nas telas. E nem acho que a personagem na séria esteja de fato “morta por dentro”, pois em diversos momentos parece exatamente o oposto, que ela é curiosa e esta descobrindo coisas novas tanto sobre o submundo quanto sobre si mesma. Mas é uma pena não vermos isso mais claramente. Talvez esse seja o desejo do escritor ou diretor da série, mas foi o que mais desagradou. Vi tanto potencial e ficou faltando o algo mais.

Talvez eu tenha inconscientemente comparando com a série Secret Diary of a Call Girl, uma série top e com uma das melhores representações de garotas de programa em TV na minha opinião, que foi representada com maestria pela ótima Billie Piper e baseada na blogueira britânica Belle de Jour, que eu seguia antes do sucesso e polêmica, quando ela ainda escrevia sob seu psedônimo no Blogspot, anos atrás.

Enfim, de volta a The Girlfriend Experience, a atriz Riley Keough (neta de Elvis Presley) esta excelente no papel da fria e distante Christine Reade. Todo o cast funciona bem. Vamos ver se a série vai retornar para uma 2ª temporada e como a trama vai se desenrolar caso isso aconteça. Eu não sei se faço questão de assistir, mas vamos ver.

Bosch

Finalmente consegui fazer um catch up com a série Bosch. Baseado nos livros do autor Michael Connelly, Hieronymus “Harry” Bosch é um detetive da divisão de homicídios da LAPD , e na 1ª temporada ele esta tentando resolver o assassinato de um menino de 13 anos de idade que aconteceu há 20 anos ao mesmo tempo que esta sendo julgado por atirar em um suspeito e precisa prender um serial killer que esta aterrorizando a cidade.

Bosch

Bom, tenho que confessar que sou uma sucker pelos livros de Michael Connelly. Provavelmente já li todos livros de Bosch, e diga-se de passagem, fiquei super decepcionada com o último livro dele, que pareceu até escrito por outra pessoa. Sim, eu sei que este tipo de livro é o equivalente a fast-food: fácil de digerir e depois a gente se pergunta porque consumiu aquilo, mas mesmo assim eu espero um mínimo de qualidade. Vale lembrar que ele também é autor dos livros com o personagem Mickey Haller, que o famoso Matthew McConaughey trouxe a realidade no filme The Lincoln Lawyer. Ou seja, Connelly já esteve ao redor do quarteirão alguma vezes, ele sabe o que esta fazendo.

Bosch

Enfim, o ator Titus Welliver esta fazendo um bom trabalho ao trazer a realidade o detetive. Todo cast esta muito bom e afinado, em alguns momentos esqueço mesmo que são atores. E claro, vale lembrar que a cidade de Los Angeles esta linda nos shots e externas. Eu simplesmente adorei a intro do show, o espelho das imagens, achei super criativo e deixa claro o mundo-submundo que tantas vezes preferimos ignorar.

Se tem uma coisa que me entristece enquanto eu assisto Bosch é que me lembra Southland, uma das minhas séries favoritas de cop shows ambientada em Los Angeles. Nossa, que saudades!

Enfim, a 2ª temporada de Bosch esta disponível na Amazon, e comecei a assistir final de semana passado. Espero que continue tão bem como foi a 1ª.

The Night Manager

Terminei de assistir o seriado, que na verdade esta mais para mini-série, já que são apenas 6 episódios, da BBC: The Night Manager, com os atores Tom Hiddleston e Hugh Laurie.

The Night Manager

A série é baseada no romance homônimo do autor John le Carré, o grande mestre dos romances de espionagem. A trama gira em torno de um gerente de hotel, Jonathan Pine (interpretado por Tom Hiddleston), que é recrutado pela inteligência britânica para se infiltrar no círculo interno de um traficante de armas implacável, Richard Roper (Hugh Laurie).

A sinopse do seriado me intrigou e como eu gosto muito de le Carré, e sem falar com 2 atores deste escalão, o seriado me pareceu sucesso garantido.

Pois é, justamente quando a gente esta esperando muito é que acabamos caindo do cavalo. Pra mim foi uma decepção, pois vi o grande potencial do seriado… Não sei se foi a direção ou se o roteiro que estava muito ruim, mas o resultado é que série ficou banal, cheia de clichês e previsível. Faltou tensão e surpresa, dois elementos básicos que esperamos ver em uma trama de John le Carré. Quem consegue lembrar do excelente O Espião Que Sabia Demais (Tinker Tailor Soldier Spy) sabe exatamente do que eu estou falando.

The Night Manager

Hugh Laurie esta ok como vilão e não é culpa dele se o personagem não oferece muita profundidade, mas infelizmente Tom Hiddleston esta um desastre. Gente, o filme todo ele parece carregar uma expressão de preocupação e/ou nervosismo. Sem falar na falta de química com o par romântico, que não ajudou nada.

Na boa, a última temporada de Homeland teve mais suspense e tensão que esta mini-série. Não recomendo The Night Manager, a não ser que você não tenha absolutamente mais nada para assistir. Nem mesmo para usar o gato Tom Hiddleston como eye-candy não dá, já que sua constante expressão estressada desanima qualquer um.

Game of Thrones – The Red Woman

Esperei tanto pelo retorno de Game of Thrones e no final do episódio The Red Woman eu me lembrei exatamente porque estava tão frustrada com o seriado ano passado: muitos personagens fatiando o já pouco tempo que temos e atropelando as estórias que são realmente interessantes. Imagine se esta série tivesse 24 episódios por temporada, ai sim seria super bacana expandir e abranger tantos personagens, mas com apenas 10 episódios a grande parcela destes personagens não ganha nem mesmo 1 episódio inteiro para si mesmo.

Game of Thrones - The Red Woman (S06E01)

Enfim, achei a estréia apenas okay: dois minutinhos de um breve update do que esta acontecendo na vida de cada personagem que acabou engolindo o episódio inteiro… Não vi nada de absolutamente incrível ou que me deixasse na beira do assento. Nada. O lance com as Sand Snakes, afi, I don’t care!; a conversa do Tyrion foi dolorida (“porque você não tem pau”); Ramsay, que já deu o que tinha que dar na minha opinião e devia começar a ficar mais no background; o bate-papo entre os Dothraki, que foi até engraçado, mas putz, nada a ver. E pense, todas estas baboseiras engoliram um episódio inteiro, e agora temos apenas 9 para mover esta estória pra frente. Um pouco frustrante na minha opinião.

Infelizmente não consigo pensar em nada que tenha realmente curtido em The Red Woman. Espero que melhore daqui pra frente.

Game of Thrones – 6ª Temporada

Tenho certeza que ano passado me decepcionei com alguma coisa no show, mas já esqueci e confesso que estou bem animada para a 6ª temporada de Game of Thrones. A única coisa que não estou gostando é não poder assistir todos episódios rapidamente, do jeito que faço com as séries do Netflix. 😒

Alguns stills da nova temporada, para aquecer nossa curiosidade.

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Billions

Ontem assisti ao último episódio da série Billions, com o sempre excelente Paul Giamatti e Damian Lewis (ator que ganhou o Golden Globe em 2013 por sua atuação em Homeland) e confesso que já estou triste pelo final da temporada.

Billions

O plot é simples: Chuck Rhoades, advogado geral de NYC decide ir atrás do “rei” dos investimentos, Bobby “Axe” Axelrod, o que resulta em uma interessante batalha entre estas duas figuras poderosas de Nova York, um disposto a tudo pela justiça e o outro que não vai medir esforços para se safar. Jogue no meio deles a esposa do advogado, Wendy Rhodes (Maggie Siff) que trabalha como psicóloga na firma de Axe, e a mistura de poder, dinheiro e vaidades promete.

A séria mostra os bastidores do poder político, assim como o dos escritórios de investimentos. Salvo 2 episódios que não me conquistaram lá pelo meio da temporada, eu adorei a série como um todo, porque além do cast fantástico e no ponto certo, o script é fluído e mostra personagens humanos: ninguém é 100% bom, nem 100% mau, são uma mistura de ambos dependendo da situação em que se encontram.

Billions

Um dos criadores da série é Andrew Ross Sorkin, autor do livro Too Big To Fail (Grande Demais para Falir) onde ele descreve como se deu a maior crise financeira desde a Grande Depressão e revela detalhes de como as decisões tomadas em Wall Street ao longo da última década lançaram as sementes para o que aconteceu em 2008. Ou seja, o cara sabe do que esta falando.

Super recomendo a série para quem gosta de boas atuações e dos bastidores do poder.

O Povo versus O. J. Simpson

O Povo versus O. J. Simpson (American Crime Story – The People v O. J. Simpson). Comecei a assistir esta série sem muita expectativa e que surpresa, fui fisgada. Tá, eu sou uma sucker por seriados que retratam crimes reais, e estou achando este realmente MUITO bom. Ajuda um pouco que eu lembre do alvoroço ao redor do caso, mesmo não tendo acompanhado de perto. De qualquer maneira, é interessante ficar sabendo dos tidbits e da backstory que influenciaram tanto o resultado.

O Povo versus O. J. Simpson

Eu tenho certas lembranças marcantes: O.J. fugindo no Bronco branco e de como aquilo foi televisionado ao vivo para o país inteiro; ver o rosto de Marcia Clark nas capas dos tabloids que ficam ao lado dos caixas nos supermercados e de Kato Kaelin, que por algum motivo estava toda-hora-todo-santo-dia no noticiário. Mas era 1994, eu era jovem e estava mais preocupada em viver minha nova vida em NYC do que seguir julgamento de celebridade… Mesmo assim, sabendo o básico sobre o caso e das provas (a luva, o sangue no carro dele), eu tinha certeza que O.J. era culpado.

Hoje sou mais cuidadosa ao desferir julgamentos de inocente ou culpado pois sei que a lei é falha e é sempre bom lembrar que “a pessoa é inocente até que seja provado sua culpa”. mas confesso que mesmo aceitando as possíveis “liberdades poéticas” que acontecem quando um caso real é televisionado, ainda tenho dificuldade em acreditar na inocência de O.J. Simpson.

Quase desejo que certas partes sejam mesmo “liberdade poética” dos criadores, porque olha, que caso mais fucked up e difícil de engolir. Erros graves dos promotores de um lado, a pressão absurda e o machismo em cima de Marcia do outro (o cabelo, cara, até o cabelo dela critiaram!), falta de objetividade de todo mundo e claro, a media totalmente ensandecida.

O que muito me entristece são as vítimas que ficaram de figurantes e os parentes que não viram a justiça ser feita, nem com um julgamente correto e veredito que colocasse O.J. atrás das grades ou caso ele não seja o culpado, ou com uma investigação que levasse até o culpado.

Ryan Murphy, produtor de Glee e American Horror Story, acertou em cheio mais uma vez. A produção do seriado esta excelente na recriação dos anos 90, assim como estão de parabéns os autores que adaptaram o livro de Jeffrey Toobin, The Run of His Life : The People versus O. J. Simpson. A atriz Sarah Paulson esta fantástica e consegue transmitir tanto só com um olhar e a atuação corporal que não vou ficar surpresa se ela for indicada ao Emmy. Courtney B. Vance, que interpreta o advogado de defesa Johnnie Cochran também merece um Emmy, pois esta fenomenal: na maior parte do tempo eu tenho vontade de estrangular o cara, mas em alguns glimpses fora do tribunal eu consigo ver de onde todo aquele drive esta vindo… David Schwimmer (de Friends) faz o papel de Robert Kardashian, o melhor amigo de O. J., que por acaso é o pai das Kardashians.

Enfim, O Povo versus O. J. Simpson é ótimo, mesmo que dê muita raiva em certos momentos. Acho que vai ser um daqueles seriados que vão ficar na história. Super recomendo!

Fortitude, 2015 (Sky Atlantic)

Fortitude é uma série que de cara me conquistou pela beleza das suas paisagens e pela possibilidade de ser diferente de tantas outras que eu já assisti. A premissa é ótima: Fortitute, situada á beira do Círculo Polar Ártico, é um lugar como nenhum outro na Terra. Rodeado pela beleza selvagem da paisagem polar, a possibilidade de um futuro brilhante, e sua promessa de oportunidade e riqueza, Fortitude é uma das cidades mais seguras do mundo. Nunca houve um crime violento aqui. Até agora.

Fortitude

Os primeiros capítulos conseguiram me agarrar, mas aos poucos fui me desinteressando pelo que estava acontecendo, e depois de assistir ao último episódio da temporada, me decepcionei mesmo. Senti que o final foi um pouco apressado e mais interessado em deixar a gente curioso para saber o que vai acontecer na 2ª temporada do que realmente fechar o arco de alguns personagens. Sei que os cliffhangers são normais e até mesmo esperados em final de temporada, mas não curti como foi feito. Também não curti, durante toda séria, aqueles momentos chavequeiros onde você não acredita que é aquilo mesmo que esta vendo, como no meio de uma crise o policial não falar para sua esposa e prefeita sobre o que aconteceu com a escavadeira e ela não falar sobre as presas dos mamutes. C’mon! Enfim. Talvez eu assista aos primeiros episódios da 2ª temporada, mas confesso que não estou muito animada.

Mad Men, (2007-2015) AMC

Domingo é dia de Mad Men e Game of Thrones. Como já assisti os primeiros 4 episódios de GoT (depois escreverei sobre isso), posso me dedicar exclusivamente a Mad Men, que por sinal está na sua última temporada.

Mal posso acreditar que ano que vem não teremos Roger Sterling, um personagem que me cativou aos poucos e hoje é um dos meus preferidos. Mas depois de 7 temporadas, chegou a hora. Ouso dizer até que passou um pouco da hora.

Mad Men é um show excelente em vários os aspectos: roteiro, fotografia, direção, atores, set design, etc, mas pra mim, pessoalmente, já não consigo sentir empatia com grande parte dos personagens. É como se eles fossem aqueles amigos que depois de 7 anos a gente percebe que não quer mais ter como amigo. Com excessão do Roger Sterling, que fez a rota contrária. Don Draper, por exemplo, não vai mudar sua maneira de ser, já entendemos como ele é e quem ele é, e estou no ponto de dizer whatever. Sally ainda surpreende em alguns momentos, assim como Joan, se bem que esta parece estar no caminho para se tornar uma mulher amarga.

De qualquer maneira, não criei nenhuma expectativa sobre como deve ser o final. Acredito que vai seguir a linha do show e ser nos moldes “vida real”.

Vai deixar saudades, mas estou feliz porque vai acabar.

Mad Men

Em tempo: veja as ilustrações de Dyna Moe inspiradas em Mad Men. São sensacionais!