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Brasil!

Posted on 07/07/2010 by Patricia in Brasil, Me fez sorrir..., Saudades...

Aqui vou eu! :amor:

… só por 10 dias, mas mesmo assim, que alegria!

Blá-blá + CS5 + Morte ao FB

Posted on 18/05/2010 by Patricia in Ninguém Merece!, Tecnologia

Terminei o livro Under the Dome. Como já esperava, não gostei do final.

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Estou lendo José Saramago, Ensaio Sobre a Lucidez, que aqui foi traduzido como Seeing. Depois de ler Caim em português, sinto a diferença em ler Saramago em inglês. Não é a mesma coisa, não importa o quão boa seja a tradução. Ah.

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Baixei o trialout (30 dias para a gente brincar!) do Photoshop e Illustrator CS5 e estou pasma com algumas melhoras em ambos os programas. O Shape Builder (ciao-ciao pathfinder), ajustes de strokes (yay!) no Illustrator comandam, assim como o Refine Edge no PS. Fiquei babando. Vale a pena testar.

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Até que enfim o Facebook esta na fogueira. Agora que todo mundo “que importa” esta descendo o pau no FB, quebra de sigilo, respeito a privacidade e tal, as pessoas estão prestando atenção. Arre, parei de ser a doida varrida que reclama constantemente do FB e pede que todos amigos deletem suas contas. Tem até um movimento convocando as pessoas a sairem do FB em massa no dia 31 de Maio: Quit Facebook Day. Eu juro que não tenho nada a ver com isso. :|

Eu acho que todo este blá-blá-blá não vai passar de uma marolinha na praia do FB, mas de qualquer maneira, é legal ver pessoas engajadas e dispostas a abandonar um serviço que esta pouco se lixando com o usuários. Enquanto Google se desmancha em desculpas por ter coletado info “sem querer” via WiFi, jura deletar tudo e ainda pagar um cafezinho para os mais contrariados, o big boy do FB, Markito, não só não arreda pé, como ainda passa sabão nos usuários:

“Você tem uma identidade… Os dias de ter uma imagem para os colegas de escritório e outra para amigos e familiares estão chegando ao fim… Ter duas identidades é um bom exemplo de falta de integridade”–M. Zuckerberg, 2009

Viu só!? Se você prefere manter sua vida pessoal separada do pessoal do escritório, você não passa de um salafrário sem integridade! FB quer que todos seus colegas de trabalho, bem como seu patrão e futuros clientes veja aquelas fotos do final de semana prolongado em Ubatuba onde você bebeu até chamar urubu de meu loro. :mrgreen:

Já ouvi gente dizendo que gostaria de sair do FB, mas não pode porque é uma maneira fácil de manter contato com as pessoas, que sair do FB é suicídio social. :roll: Please! Email, MSN, iChat, Skype, Twitter, blogs… existem tantas, mas tantas maneiras de manter contato com as pessoas que desejamos que eu não compro esta desculpa de “refém do FB”. Mais me parece o pânico de uns que sentem que ao sair do FB não estarão mais na vitrine. Como viver sem os recadinhos bobos, como os amigos clicando “I like this” e mais importante, sem poder jogar Famville? :prece:

SIM!

Posted on 04/05/2010 by Patricia in Me fez sorrir..., Mundo, Tecnologia

… se pudessemos viajar no espaço 365 dias a 99% da velocidade da luz, quando voltássemos a terra, 365 anos teriam se passado.

Posted on 27/02/2010 by Patricia in Me fez chorar..., Mundo

Acordei com o celular, minha mãe preocupada com a possibilidade de um tsunami na costa do Pacífico por causa do terremoto no Chile. Depois de checar na internet que LA não estava na lista e acalmar minha mãe, mandei um email para um ex que vive no Chile. Espero que ele e sua família estejam bem.

Que coisa horrível este terremoto. E tão recente, mal tivemos tempo de nos recuperar do que houve no Haiti. Essa notícias me deixam prá baixo. Vivo em cima da falha de San Andreas e vez ou outra na conversa com amigos alguém fala sobre quando o “big one” vai acontecer aqui na Califórnia e quando recebemos notícias de Haiti, depois Chile, fica pairando no ar aquela sensação de “poderia ter sido aqui“.

Em 2008 eu experimentei meu primeiro terremoto aqui em LA, magnitude 5.5. Naquela época eu estava morando perto de Downtown, no oitavo andar de um prédio. Em casa, eram 11h40 da manhã, estava na minha mesa trabalhando. A primera coisa que senti foi uma sensação de instabilidade, depois o som dos vidros estalando nas antigas molduras da janela. Achei que era uma ilusão, um caminhão passando na avenida lá embaixo talvez, mas levantei da cadeira e de pé senti o prédio iiiiindo e viiiindo, como uma gelatina. Abri a porta do apartamento e pensei em descer as escadas de incêndio, mas o balanço me deixou sem saber bem o que fazer. A pior parte é que parecia que não ia terminar nunca. Mas parou, claro e imeditamente eu tentei falar com meu namorado. Não consegui, todos os circuitos estavam busy. Apanhei a bolsa, desci pela escada, entrei no carro e fui até a casa dele. No trajeto todo eu estava olhando para as pessoas na rua que pareciam não estar se preocupando com nada, e eu, trêmula, preocupada, com medo, já que a casa dele fica pendurada num morro. Um tremor que tinha feito meu prédio sacudir como uma gelatina Royal poderia facilmente fazer um morro descer abaixo. Quando cheguei vi a casa ainda pregada no morro e ele trabalhando como se nada tivesse acontecido, perguntei se não tinha sentido o terremoto, “ouvi o barulhos dos copos batendo lá me cima, só” foi a resposta. Me achou meio bobinha de estar tão preocupada, mas na verdade foi porque ele estava numa casa, não no 8º andar de um prédio que, mesmo depois do tremor passar, ainda tinha levado alguns segundos para cessar o movimento. Simples física.

Tive pesadelos com o terremoto muitas noites, imaginando que poderia ter sido muito pior, mas foi vendo a maneira desencanada das pessoas face a um acontecimento tão sério que decidi estar preparada para “o grande”: imagino rotas alternativas caso seja pega longe de casa, sempre tenho água, uma lanterna e um apito comigo, dentro de casa já decidi os locais “seguros”, longe dos vidros e janelas, nenhum espelho pendurado nas paredes, uma boa mesa onde eu possa me esconder embaixo e, mais importante, mudei do prédio. Confesso que a idéia de um terremoto esta sempre passando pela minha cabeça, afinal eles acontecem aqui diariamente, mas me sentir alerta de certa forma traz algum conforto, embora eu saiba que é pura ilusão.

Minhas preces vão para as pessoas no Chile.

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