Asti House – The Sims 4

Apesar da vontade ser grande, estou sem tempo de construir novas casinhas no Sims 4, mas enquanto isso vou postando imagens das que construi ano passado. Esta foi inspirada nas casas de estilo Dingbats, tão populares nos anos 50 e 60 que eu absolutamente adoro. Ainda hoje é possível ver muitas construções desta época espalhadas por Los Angeles.

Com estilo de caixas de sapato e apelidadas de “caixas de estuque”, geralmente tem 2 ou 3 andares, sendo que o térreo é geralmente a garagem de frente para a rua. Não são lindos trabalhos de arquitetura e podem representar um grande perigo por causa da sua construção soft, o uso do vão onde deveriam existir paredes firmes, ainda mais em áreas onde terremotos são constantes.

Asti House não tem garagem (sims não precisam de carro no Sims 4), então fiz um escritório e um espaço zen no térreo e coloquei toda a moradia no piso superior, com escada interior e entrada exterior. Muitas janelas para a entrada de luz natural e pouca separação dos ambientes. Nos fundos coloquei uma fonte onde gostaria de ter colocado peixes koi, mas acho que não existe essa possibilidade no jogo.

Foi uma das primeiras casas que construi no jogo, se não me engano, e fiquei satisfeita com o resultado.

Asti House – The Sims 4

Phoenix House – The Sims 4

Aproveitando momentos de tédio, ano passado re-instalei Sims 3 que eu não jogava há muito tempo. Joguei um pouco, construi umas casas, mas acabei instalando Sims 4. O que eu mais gosto de fazer no Sims é construir. Eu adoro ver a minha idéia tomando forma. E não é só nos Sims, pois construir foi um dos motivos principais que me levaram ao Second Life.

Eu jogo The Sims desde a primeira edição e já não tenho mais saco para o jogo em si: criar os personagens e manejar cada detalhe de suas vidinhas. Fora que nas primeiras edições do jogo os sims tinham quase nenhuma autonomia, e até para ir ao banheiro precisavam da sua ajuda. Ou seja, era um saco e ficava maçante depois de algumas horas. Isso mudou a partir do 3, se me lembro bem, mas infelizmente o Sims 3 é tão pesado que desanima jogar, mesmo quando é só para construir. Talvez porque as versões para Mac são ports da versão PC, o que naturalmente não utiliza nada de positivo do hardware do Mac, e acaba deixando a experiência pior para usuários de Mac. Sim, eu sei, Mac não é legal para gaming, mas o que eu posso fazer, comprar um PC só para jogar? Não né, a gente se ajusta.

Sims 4 esta bem diferente, esteticamente falando. Quando vi os primeiros screenshots em 2014, lembro que não gostei nada, mas quando comecei a jogar, acabei me acostumando. E construir nunca foi tão fácil. O jogo roda super bem no meu Mac Mini, assim deixo o iMac livre de jogos, os sims parecem mais independentes e eu simplesmente AMO pensar em uma construção e começar a colocá-la em prática. Tem alguns restrições se comparado com o Sims 3, mas nada que dê aquela broxada. Ainda mais depois que descobri o custom content, conteúdo criado por jogadores que é distribuido gratuitamente em sites especializados, nossa, ai ficou mais gostoso ainda de construir e decorar minhas casas.

Quando era criança, dos 7 aos 10 anos, eu amava desenhar plantas de casas. Fazia o planejamento, as janelas e portas, os móveis. Adorava fazer este tipo de desenho e é uma pena que minha mãe não os tenha guardado, porque hoje eu adoraria transformar algumas plantas em casas no Sims.

Enfim, aqui esta Phoenix House, que foi construída em Oasis Spring no inicio deste anos. Queria fazer algo básico e aparentemente simples, uma casa que as pessoas não dessem muito olhando de fora, mas com um toque surpresa, por isso a piscina e a sauna estão no subsolo, idéia que busquei de um dos meus hotéis favoritos de infância, o Palace Hotel de Poços de Caldas.

Phoenix House – The Sims 4

Animei…

Babei ao ver este video de como vai ser o próximo SimCity. Pena que eu acho a EA uma compania que sempre quer sacanear seus clientes e provavelmente não vou dar $$ para eles. Vou pegar o último SimCity que tenho aqui e matar a saudade jogando um pouco…

Mas que os gráficos estão lindos e a cidade fica toda lindinha a noite, nossa, que vontade que deu heim? 😉

Única coisa, poxa, o cara no vídeo construiu uma linha de trem em T. Afe, nota zero. 🙁

Eu ri!

Ás vezes acho que tenho 11 anos de idade, me divirto com as coisas mais bobas… 😀 Estava visitando antigos locais do AC Brotherhood e me deparei com este bate-papo entre Ezio e Leonardo. Para quem não conhece, rola a boca pequena um rumor de que Leonardo possa ser gay. Depois desta indireta, eu entendi porque.

Max Payne 3

Estou jogando on and off Max Payne 3 desde o lançamento. A trama se passa em São Paulo, Max é contratado para ser guarda-costas de uma família milionária e tem que defendê-los dos criminosos locais, isso em meio a flashbacks de como ele chegou a SP. Eu adorei a premissa do jogo (Sampa, yay!) e por ser da RockStar, que já fez jogos que eu adorei (a série GTA, Red Dead Redemption, por exemplo), comprei sem pensar e sem medo de ser feliz. O problema é que não estou me divertindo tanto quanto eu pensei que iria. Primeiro, não é open world (eu não sabia), então não posso explorar o universo como eu adoro fazer. Segundo, os efeitos especiais no início são muito chatos. Eu sei que a intenção é fazer a gente se sentir desorientado como Max, o mesmo motivo por ter tanto diálogo em português, mas não curti. Os efeitos diminuem com o passar das missões já que ele nem tem tempo de beber já que as missões são grudadas umas nas outras (outro lance chato), não tem um break, mal terminei de enfrentar uma favela em guerra, tive que me defender num terminal de ônibus e agora num hotel abandonado. Afe. Em suma, não tem nada mais a fazer a não ser atirar geral e caçar os collectibles. Claro que os gráficos são show de bola, as reproduções idem, animações, tudo, o jogo é super bem feito. Mas o elemento diversidade ficou faltando… Talvez se eu tivesse jogado as edições anteriores o jogo seria mais emocionante. Ou se tivesse me informado melhor antes de comprar…

Eu sei que todo video game nada mais é do que muita repetição. Por isso a imersão na estória é importante, senão dá para você perceber o quão repetitivo aquilo é, e se torna super chato. Eu vou terminar o jogo, mas neste passo de tartaruga, vai demorar… Enquanto isso, estou pensando em replay o 1º Assassin’s Creed. Afinal, tenho que me preparar para o AC III. 😉