The Artist, 2011
Lindo! Provavelmente o filme que eu mais gostei nos últimos meses. Ou pelo menos desde Meia Noite em Paris. Ah!
Tomara que faça o rapa no Oscar.
Lindo! Provavelmente o filme que eu mais gostei nos últimos meses. Ou pelo menos desde Meia Noite em Paris. Ah!
Tomara que faça o rapa no Oscar.
David Finch esta puto nas cuequinhas pois o crítico do New Yorker publicou sua review do The Girl with the Dragon Tattoo antes da estréia do filme, mesmo que tenha prometido publicar na data da estréia. Ok, o cara faltou com a palavra, que pentelho. Mas o bizarro é ler DF falando que esta tentando manter tudo secreto e amarradinho até o dia que o filme estreie aqui no US. Secreto? Cara, é um remake! Muita gente já viu a saga inteira de Lisbeth e inclusive já leram os livros, que foram best sellers aqui no US. A não ser que ele reinvente a roda, para nós que já vimos e lemos o livro, não existe novidade. É apenas um excelente filme que foi refeito para os bananas americanos que não gostam de ler legendas, com atores que eles podem reconhecer.
Não sei se é puro estrelismo ou jogada de market, mas acho isso patético.
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Afe, fico passada viu…
Assisti ontem e adorei!
Ainda não sei como me sinto sobre o “novo” Blade Runner. Por um lado acho que em clássico não se mete a mão, por outro, sabendo que Ridley Scott estará “pilotando”, alivia a tensão. Enquanto isso, achei este tumblr genial, com imagens, clips e audio do original: Future Noir.

Esperando ansiosamente pelo novo filme de Almodóvar, A Pelo que Habito. E o poster do filme, genial não?

Este final de semana assisti O Anjo Exterminador, de Buñuel (influenciada por Midnight in Paris) e simplesmente ADOREI. O plot é simples: depois de um jantar, os convidados não conseguem sair da sala.

Quando um filme é bom mesmo, é timeless.
Amei! Foi totalmente além das minhas expectativas. Midnight in Paris conta a história de Gil que esta em Paris com sua noiva Ines (uma chatona!), que é escritor em Hollywood e como todo mundo que visitou Paris, começa a se perguntar se não seria uma boa idéia ficar por lá, terminar seu livro e se afastar da palhaçada hollywoodiana, mas a chatona não quer nem pensar nisso (imagina viver fora do US of A!!) e ainda para ajudar, encontram um casal de amigos onde o cara é um desses pseudo sabichão exibido que adora mostrar que sabe tudo, mas não sabe nada. Mas nem tudo esta perdido, pois para a alegria de Gil, Paris se transforma depois da meia-noite e ele vive excelentes experiência.
Eu amei o filme. Viajei e nem sequer me importou o fato de Gil ser o Owen Wilson, um ator que eu não gosto de jeito nenhum. Ele esta bem na fita, apesar d’eu ter imaginado Gil como Woody Allen de Annie Hall o tempo inteirinho. E para arrematar, foi tão bom rever Paris! Oh mon dieu, que saudades que me deu.
Se já estreiou no Brasil, veja já!
Recentemente assisti o filme “Bruna Surfistinha”. A histórinha a gente já conhece por estes anos todos de tanta exposição após o lançamento do livro -que eu li mas nem lembro os detalhes- então não vou citar o valor moral do filme porque cada um tem a sua opinião a respeito e a maioria é bem negativa: aquela balela batida de gente hipócrita de “só no Brasil mesmo que fazem filme de puta”, esquecendo um outro filme de puta super famoso, Pretty Woman, que muitos amam de paixão. O que perturba a muitos é garota ter usado a experiência de ter sido puta e se dado bem na vida, o que na minha opinião é ótimo. Raro, raríssimo, mas excelente poder usar suas experiências (ás vezes experiências ruins) para dar a volta por cima. Bravo!

Mas voltando ao filme, e falando apenas da qualidade da produção, eu amei. A Deborah esta excelente e me convenceu, além de ter conseguido me envolver totalmente, o que eu não acho fácil, playing the part de uma pessoa que foi super exposta na mídia e que naturalmente esta presente no nosso subconsciente quando a gente vai ver o filme. Os atores coadjuvantes também estão ótimos, a produção show de bola e a trilha sonora genial. É muito bom ver produções como esta made in Brazil.
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