História dos Icones

Que viagem no tempo! Adorei este site que conta brevemente, e usando imagens, a história dos ícones. A lata de lixo do mac OS (que quando comecei a usar era flat), os folders isométricos que vieram depois, uau, que saudades…

Historia dos Icones

Dando um tempo do Twitter

Eu adoro o Twitter. Sigo pessoas legais e interessantes dos mais diversos meios e quase sempre me deparo com coisas bacanas.  Mensalmente faço uma limpeza na conta, sigo gente nova, páro com aqueles que parecem disco riscado e assim vai. É divertido e pode ser informativo, mas infelizmente percebi que 1) estou perdendo muito tempo no aplicativo e 2) muitas vezes estraga meu humor. Muita coisa ruim ganhando destaque e coisas boas passando desapercebidas. Fora que, como falei, tem aquelas pessoas queridas que parecem um disco riscado. Sempre o mesmo tópico e nunca com uma solução para o problema.

Para poder manter a nossa sanidade mental é preciso dar uma relaxada de vez em quando. Olhar coisas diferentes, ouvir coisas diferentes, dar umas boas risadas e tentar manter a esperança de que podemos sim mudar o mundo. Ficar só na reclamação, dia sim, dia também não vai resolver nada.

Dando um tempo do Twitter

Tem uma coisa que o Gandhi, a madre Teresa ou Thich Nhat Hanh, (não me lembro bem quem, sorry) falou uma vez que eu achei muito bom e desde então eu transformei em frase da vida. Ela é mais ou menos assim: “não me chame para fazer um protesto contra a guerra, me chame para fazer um protesto a favor da paz.” Parece a mesma coisa, mas a diferença é que quando vamos para o lado positivo, em busca de mudança, conseguimos atingir aqueles que pensam como a gente, mas que acham que estão só, e assim eles podem se juntar a nós. Prá que ficar gritando com aqueles que não querem ouvir, que não querem entender? Baita energia jogada fora, ainda mais nestes dias nebulosos em que certas pessoas fazem questão de não entender…

Enfim, o que eu queria dizer é que infelizmente no momento estou sentindo que o Twitter esta muito semelhante a câmara de eco que é o facebook e que posso empregar minha energia em locais melhores e de maneira mais positiva. Então vou tirar um summer break do Twitter. C u soon.

Cheers!

Phoenix House – The Sims 4

Aproveitando momentos de tédio, ano passado re-instalei Sims 3 que eu não jogava há muito tempo. Joguei um pouco, construi umas casas, mas acabei instalando Sims 4. O que eu mais gosto de fazer no Sims é construir. Eu adoro ver a minha idéia tomando forma. E não é só nos Sims, pois construir foi um dos motivos principais que me levaram ao Second Life.

Eu jogo The Sims desde a primeira edição e já não tenho mais saco para o jogo em si: criar os personagens e manejar cada detalhe de suas vidinhas. Fora que nas primeiras edições do jogo os sims tinham quase nenhuma autonomia, e até para ir ao banheiro precisavam da sua ajuda. Ou seja, era um saco e ficava maçante depois de algumas horas. Isso mudou a partir do 3, se me lembro bem, mas infelizmente o Sims 3 é tão pesado que desanima jogar, mesmo quando é só para construir. Talvez porque as versões para Mac são ports da versão PC, o que naturalmente não utiliza nada de positivo do hardware do Mac, e acaba deixando a experiência pior para usuários de Mac. Sim, eu sei, Mac não é legal para gaming, mas o que eu posso fazer, comprar um PC só para jogar? Não né, a gente se ajusta.

Sims 4 esta bem diferente, esteticamente falando. Quando vi os primeiros screenshots em 2014, lembro que não gostei nada, mas quando comecei a jogar, acabei me acostumando. E construir nunca foi tão fácil. O jogo roda super bem no meu Mac Mini, assim deixo o iMac livre de jogos, os sims parecem mais independentes e eu simplesmente AMO pensar em uma construção e começar a colocá-la em prática. Tem alguns restrições se comparado com o Sims 3, mas nada que dê aquela broxada. Ainda mais depois que descobri o custom content, conteúdo criado por jogadores que é distribuido gratuitamente em sites especializados, nossa, ai ficou mais gostoso ainda de construir e decorar minhas casas.

Quando era criança, dos 7 aos 10 anos, eu amava desenhar plantas de casas. Fazia o planejamento, as janelas e portas, os móveis. Adorava fazer este tipo de desenho e é uma pena que minha mãe não os tenha guardado, porque hoje eu adoraria transformar algumas plantas em casas no Sims.

Enfim, aqui esta Phoenix House, que foi construída em Oasis Spring no inicio deste anos. Queria fazer algo básico e aparentemente simples, uma casa que as pessoas não dessem muito olhando de fora, mas com um toque surpresa, por isso a piscina e a sauna estão no subsolo, idéia que busquei de um dos meus hotéis favoritos de infância, o Palace Hotel de Poços de Caldas.

Phoenix House – The Sims 4

Google says: Seu site foi hackeado!

Pois é, aquilo que todos nós que temos websites, fazemos ou criamos websites tememos finalmente aconteceu comigo. Em parte foi mea culpa: deixei alguns blogs e fórum sem atualização, o que facilita bastante a entrada de scripts maliciosos que comprometem todo o site e os sites vizinhos.

Foi menos dolorido do que eu imaginei, pois não tiveram chance de se proliferar, e usei o feriado para fazer uma faxina completa: limpa nas databases, deletando blogs desativados, assim como domains inativos, movable type e phpBB datados e update em todo Mordpress, assim como faxina de plugins e instalação de algumas ferramentas para dificultar a injeção de scripts maliciosos.

Depois de todo trabalho, senti uma doce nostalgia dos tempos de blog e resolvi escrever um pouquinho, ver se ainda tenho jeito pra coisa. Infelizmente parece que blog bom é blog morto, como disse alguém no twitter. Em tempos de ADHD, buzzfeeds da vida onde toda info é mastigada e regurgitada na boca dos leitores em 30 segundos ou less e Twitter, que eu gosto e uso para seguir gente interessante, mas onde a meta é falar pouco, mas o fazer milhares de vezes ao dia, sei que estou, definitivamente, na contramão.

Mas quer saber? Lembrei quando fiz meu primeiro “blog” por volta de 1997, quando nem mesmo o Blogger existia e eu escrevia meu diário virtual a unha, no html e hospedado, se não me engano, no Geocities pré Yahoo (quem ainda se lembra das neighborhoods?), e lá trás, minha meta era simplesmente fazer algo que eu sempre gostei de fazer: escrever, sem pretensão de público, pra eu mesma e pra catalogar as coisas que eu gostava e achava “surfando na net”. Então, é com essa idéia que resolvi retomar. Sem pretensão nenhuma, e somente enquanto me trazer prazer.

Siana Press

Comecei a correr atrás de toda a papelada necessária para abrir uma conta de self publishing na Amazon e iTunes. Primeira parte já esta resolvida, agora é continuar tocando meus projetos paralelos e cruzar os dedos enquanto espero a confirmação de tudo. Quanto mais penso sobre o assunto, mais me parece o melhor caminho a seguir. Usar minha experiência para fazer o que eu gosto.

Estou sentindo um brotinho de esperança. 🙂

Techie…

Estou sentindo o WordPress super devagar para carregar, tanto no lado administrativo quanto a index. Dando uma olhada no meu host vi que estão usando uma versão antiga do PHP. Atualizei, vamos ver se dá uma acelerada… Preciso atualizar os outros sites, mas estou com medo de dar problemas no update.

Vamos ver se tudo corre bem aqui primeiro, daí vejo o que faço… 🙁

Tumblr

Tenho um Tumblr que fiz para a loja que tenho no Etsy, mas de um tempo prá cá tenho utilizado somente para salvar as imagens que gosto. É simples, só clicar no coração. Estava procurando um plugin para linkar algumas imagens que acho bacanas no Tumblr aqui, mostrando o link original de quem postou a foto, mas não achei nada que funcionasse Tumblr>WordPress.

O Pinterest tem um plugin destes que salva qualquer imagem de qualquer site, com referência para o original. Impossível que não exista um destes para o WordPress.

Flappy Bird

A primeira vez que ouvi falar de Flappy Bird foi no sábado de manhã, quando conhecidos estavam competindo para ver quem conseguia chegar mais longe. Sábado a noite fiquei sabendo que o criador ia retirar o jogo das lojas virtuais em 22 horas e assim o fez no domingo.

Li fofocas de que o criador não estava conseguindo lidar com a pressão de ter um joguinho famoso e tudo que acompanha esta exposição: gente reclamando, xingando, fazendo ameaças, etc. Por um lado eu entendo: quando comprei meu primeiro iPhone pensei em fazer apps, mas lendo os comentário de gente ingrata, que baixa o jogo gratuitamente e se vê no direito de espezinhar o criador me fez desistir da idéia. Ninguém merece ter que lidar com isso e desejo boa sorte ao criador.

Por outro lado, corre a boca pequena que ele estava ganhando uma grana lascada só com os anúncios, algo em torno de U$50.000 por dia. Uau. Não sei se isso é verdade ou não, mas imagino que um jogo bem sucedido deve arrecadar uma boa grana. Se eu estivesse ganhando metade desta grana por dia, ia ligar o “0 fucks given” e tiraria umas férias com a minha família. Eu heim, nos dias de hoje não dá para fechar uma torneira destas não… 😉