Scott Pilgrim Vs. The World
Gostei.
Gostei.
Estou lendo o livro e ansiosa para ver o filme.
Esta nublado e meio frio em LA. Eu deveria tirar umas fotos para relembrar como dias assim são gostosos, naqueles intermináveis dias de sol, calor e secura que estão me cansando…
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Assisti Les Quatre Cents Coups este final de semana. Que filme bonito… Uma das cenas que mais me comoveu foi a da criançada no teatro de marionetes. Quem viu o filme sabe do que estou falando. Quem não viu, deveria ver.
Mais um viral (será que vai pegar?) de um filme que só vai estreiar ano que vem: Super 8. Vi o trailer sexta -na estréia de Iron Man 2, que eu gostei by the way- e tem algo a ver com a Area 51. Há, como estou revendo Arquivo X, me animei. Trailer na web, só bootleg de péssima qualidade, então nem vou postar…
Agora é só esperar o contador de Scariest Thing I Ever Saw (a coisa mais assustadora que eu já vi) se mover.
Esta semana fui assistir El Secreto de Sus Ojos, que finalmente estreiou aqui em LA. Estava sem expectativas e talvez por isso mesmo, fui surpreendida. O filme é bom e com um final surpreendente, apesar d’eu ter percebido o que viria quando o Morales fechou a cortina apressado ao ver Esposito na sua casa. Essa ação aliada ao que ele tinha dito diversas vezes durante o filme estragou a surpresa.
Mas adorei as atuações e a(s) bela(s) história(s) de amor. Porém, na minha opinião, não é melhor do que O Profeta e por ambos estarem concorrendo ao melhor filme estrangeiro, O Profeta deveria ter levado a estatueta. Ainda não assisti The White Ribbon, que é o outro filme da lista de concorrentes que me despertou curiosiade, mas esta na agenda para os lançamentos em DVD.

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Cheia de nostalgia, comecei a rever O Arquivo X, temporada 1. Não me canso de rir das tiradas de Mulder e Scully. É bom assistir um seriado que não se leva tão a sério, como Fringe, que é similar ao X Files, mas ás vezes um pouco pretensioso.
Enfim, uns bloopers (furadas em cena) para a gente rir um pouco.
No final de semana assisti Looking for Mister Goodbar, um filme recomendado não sei por quem a mil anos atrás. Na época não achei em nenhuma locadora e recentemente coloquei na fila do Netflix, onde também não estava disponível, até este final de semana. O filme conta a história de uma professora de crianças deficientes que depois de sair da casa dos pais e se mudar para NYC, começa a explorar sua sexualidade, frequentando bares onde conhece homens com quem tem uma noite de sexo e nada mais. Dizem que o filme causou um certo furor na época (1997) e eu posso entender por que.

O filme ganha pontos porque eu adoro ver as cidades (onde moro/morei) nos anos 70/80. Outro filme que ganhou pontos neste quesito é American Gigolo, porque a LA retratada neste filme está tão próxima a minha fantasia de LA que é assustador. Mas voltando ao Looking, apesar de gostar de ver um filme onde os personagem falam como gente de verdade e sem a mania chata de Hollywood de fazer os personagens sempre terem uma resposta engraçada/espirituosa/inteligente para tudo, de ver bons atores que também parecem gente de verdade e de tratar de um assunto polêmico, eu não gostei do filme. A sensação de que a mulher que busca se satisfazer sexualmente livre de relacionamentos vai ser punida de alguma forma me acompanhou durante todo o filme e me entristeceu ainda mais porque se trata de um filme baseado em fatos reais. Não me arrependo de ter assistido, mas esperava mais. Talvez foi a espera de mil anos que gerou tanta expectativa.
ps.: Richard Gere é um homem lindo. OMG!
Semana passada assisti dois novos filmes no cinema. O primeiro How to train your Dragon (Como treinar seu dragão), da Dreamworrks, me surpreendeu. Engraçado em partes e comovente em outras. Sem dizer que as animações estão cada vez melhores. Um dia não vamos precisar de atores, com certeza.
Recomendo.
O segundo filme foi Clash of Titans (Fúria de Titãs). Ai ai.
O filme é divertidinho em certos momentos, mas de maneira geral é uma baboseira. Sam Worthington é um gato, mas como ator não me emociona muito não. E o buzzcut (o corte de cabelo) foi um contraste com o resto do cast o filme todo. Tem que rir né. Eu achei que seria um filme tipo Troy, mas na minha opinião não dá nem para comparar. O melhor é Liam Neelson falando”Release the Krakon”. Hahaha. Deveria virar ringtone. Se não tiver mais nada para assistir, vá, senão salve e veja quando sair o DVD.
Este final de semana foi repleto de filmes, mas vou falar de dois que tem algo em comum, a misoginia. O primeiro é o filme sueco, Män som hatar kvinnor, baseado no livro homônimo do sueco Stieg Larsson. A tradução literal é “Homens que Odeiam Mulheres”, mas aqui no USA, talvez por ser um tanto forte demais para a sociadade PC água com açucar, virou “A Garota com a Tatuagem de Dragão”.

O filme conta a história de um jornalista que depois de julgado culpado em uma investigação para desmascarar poderosos corruptos e com 6 meses de liberdade até servir sua pena, é convidado a descobrir como a neta de um milionário sumiu a 40 anos atrás. Daí surge a garota da tattoo para ajudá-lo e ambos embarcam numa trama no melhor estilo Agatha Christie. O filme tem cenas violentíssimas, mas não gratuitas e que não ofenderam, apesar d’algumas pessoas terem saído da sala de cinema. Ambos os atores principais estão excelentes em seus papéis e vale dizer que é tão bom ver um filme bom sem as caras conhecidas de sempre…
Eu gostei e recomendo, mas surpresa!, li que já estão a procura de atores aqui em Hollywood para fazer o remake. Ai céus, prá que? Essa mania de refazer filme com atores conhecidos e script diluído para agradar gregos e troianos é uó. A gente não reescreve um livro só para acomodar os mais frágeis e delicados né? Por que tem que ser diferente com filmes? Será a preguiça dos americanos em ler as legendas? Dai-me paciência…
O segundo filme é The Stoning of Soraya M. (O Apedrejamento de Soraya M). O título já diz tudo, conta a história de como uma mulher é apedrejada até a morte num vilarejo no Iran em 1986. Baseada em fatos reais, a história é de deixar qualquer um prá baixo e a cena do apedrejamento é horrível. E o pior é saber que coisas assim continuam a acontecer nos dias de hoje.
Lendo o que esta rolando de novo no First Showing, me deparo com esta gema: o curta de Spike Jonze (Being John Malkovich, Where the Wild Things Are e Adaptation) I’m Here esta disponível para a gente assistir online. Mas tem um catch: é como se fosse sessão de cinema e apenas um número X de pessoas pode assistir por sessão. Aconselho você a visitar o site oficial e descobrir quando é a próxima. Na página inicial, coloque ano, mês e dia para prosseguir.

O curta I’m Here (Eu estou Aqui) conta a história de dois robos que se apaixonam.
Estou ansiosa e pretendo pegar a “sessão” do meio-dia. Há!
via First Showing
Semana passada fui assistir Un prophète (O Profeta), de Jacques Audiard. O filme conta como um bandidinho comum vira um criminoso perigoso, graças as “lições” que aprende na prisão onde cumpri sua pena. O filme é sujo, cruel, realista e não tem vergonha de não romancear as situações e seus personagens. Pode relaxar que você não vai ver aquelas firulas ridículas de Hollywood. Em diversos momentos eu fiquei esperando por um gesto “a la hollywood”, que para minha alegria, não aconteceu.

O novato Tahar Rahim impressiona com sua atuação. A direção de Jacques Audiard é perfeita, o estilo e a fotografia, tudo refletindo o assunto retratado. Em alguns momentos o filme me tocou profundamente, como quando Malik passa pela segurança no aeroporto. Impressionamente. Mais tarde no filme, senti meu coração disparar, tão envolvida eu fiquei com a trama.
Não sei se este filme já estreiou no Brasil, mas eu recomendo pois é um dos melhores filmes que vi recentemente no cinema.
Sensacional! Este video faz graça com a fórmula que hollywood usa para fazer filmes hoje em dia.
Boa sexta!
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