iPhone 4 vs HTC Evo
Rolei de rir… tão verdade isso…
Rolei de rir… tão verdade isso…
Estou doente. Dor de garganta, nariz “entubido” e aquela sensação de mal estar. Saco!
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Preciso de férias. Quero ir ao Brasil, ver meus amigos, meu papagaio que não mais me reconhece, minha mãezinha, minha casa, minhas coisas, comer comida boa e fresquinha, ouvir as pessoas falando português, ver TV, reclamar da programação, fazer unha na minha manicure nota dez, visitar meu dentista, meus médicos, pegar metrô, ir nos sebos do Centrão, tomar uma Malzibier num barzinho de bairro, viajar para o interior, para o Rio, para a Bahia, para o Sul, jogar conversa fora e viver, mesmo que por algumas poucas semanas, como se este país não existisse.
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Quando me deparo com as atrocidades, escândalos e injustiças nos notíciarios americanos, sinto uma raiva fenomenal pelo povo daqui. Minha vontade é sair na rua e gritar com as pessoas, sacudí-las, acordá-las e mostrar o jornal, perguntar se não estão vendo o que esta acontecendo. Eu não entendo, não concordo e não tenho como justificar essa sensação bizarra que sinto. Me controlo, respiro fundo, conto até 20 e continuo meu dia. O mais estranho é que eu nunca senti isso no Brasil. Nunca tive vontade de sacudir as pessoas como se tivesse que despertá-las para o que esta se passando. Não sei se a natureza dos brasileiros, naturalmente crítica, aliada a baixa-estima (ou como diria Nelson Rodrigues, somos o Narciso ás avessas, cuspindo no nosso reflexo) que não deixa escapar NADA, estamos sempre a reclamar do governo, do prefeito, do time de futebol, das barbaridades da vida cotidiana, enfim, conscientes do que nos cerca. Se nada muda, se não passa de falatório sem fim, isso ai já são outros 500, mas o fato é que estamos acordados.
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É, preciso mesmo de umas féria.
Terminei o livro Under the Dome. Como já esperava, não gostei do final.
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Estou lendo José Saramago, Ensaio Sobre a Lucidez, que aqui foi traduzido como Seeing. Depois de ler Caim em português, sinto a diferença em ler Saramago em inglês. Não é a mesma coisa, não importa o quão boa seja a tradução. Ah.
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Baixei o trialout (30 dias para a gente brincar!) do Photoshop e Illustrator CS5 e estou pasma com algumas melhoras em ambos os programas. O Shape Builder (ciao-ciao pathfinder), ajustes de strokes (yay!) no Illustrator comandam, assim como o Refine Edge no PS. Fiquei babando. Vale a pena testar.
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Até que enfim o Facebook esta na fogueira. Agora que todo mundo “que importa” esta descendo o pau no FB, quebra de sigilo, respeito a privacidade e tal, as pessoas estão prestando atenção. Arre, parei de ser a doida varrida que reclama constantemente do FB e pede que todos amigos deletem suas contas. Tem até um movimento convocando as pessoas a sairem do FB em massa no dia 31 de Maio: Quit Facebook Day. Eu juro que não tenho nada a ver com isso.
Eu acho que todo este blá-blá-blá não vai passar de uma marolinha na praia do FB, mas de qualquer maneira, é legal ver pessoas engajadas e dispostas a abandonar um serviço que esta pouco se lixando com o usuários. Enquanto Google se desmancha em desculpas por ter coletado info “sem querer” via WiFi, jura deletar tudo e ainda pagar um cafezinho para os mais contrariados, o big boy do FB, Markito, não só não arreda pé, como ainda passa sabão nos usuários:
“Você tem uma identidade… Os dias de ter uma imagem para os colegas de escritório e outra para amigos e familiares estão chegando ao fim… Ter duas identidades é um bom exemplo de falta de integridade”–M. Zuckerberg, 2009
Viu só!? Se você prefere manter sua vida pessoal separada do pessoal do escritório, você não passa de um salafrário sem integridade! FB quer que todos seus colegas de trabalho, bem como seu patrão e futuros clientes veja aquelas fotos do final de semana prolongado em Ubatuba onde você bebeu até chamar urubu de meu loro.
Já ouvi gente dizendo que gostaria de sair do FB, mas não pode porque é uma maneira fácil de manter contato com as pessoas, que sair do FB é suicídio social.
Please! Email, MSN, iChat, Skype, Twitter, blogs… existem tantas, mas tantas maneiras de manter contato com as pessoas que desejamos que eu não compro esta desculpa de “refém do FB”. Mais me parece o pânico de uns que sentem que ao sair do FB não estarão mais na vitrine. Como viver sem os recadinhos bobos, como os amigos clicando “I like this” e mais importante, sem poder jogar Famville?
Há! Seria cômico se não fosse trágico, como diz minha mãe… Com certreza vai ser um documentário cheio de OMG!!?! e WTF??!?? Mas mudar algo, nam-nam dear.
Exemplo: depois do circo em todos os sites de news sobre o escândalo de Goldman Sachs (con man, yes they are!), nenhum site fala mais sobre o assunto. Temos o terrorista em NYC e o óleo no Golfo para ocupar as mentes e empurrar a sujeira para baixo do tapete. Conveniente.
Enfim, vão-se as moscas, a &$#@ sempre fica.
< reclamações >
As ruas cheias de buracos;
O sinal vermelho na rampa de entrada das freeways, pois para entrar numa via onde as pessoas estão chutando no mínimo 100km/h é preciso acelarar, não brecar;
Motoristas dirigindo como uns bananas, falando no celular;
Motoristas dirigindo como uns bananas, mandando mensagem de texto;
Motoristas que cortam pela direita (ODEIO isso!);
Gente que continua debatendo se LA é melhor que NYC (NYC é melhor que LA, ponto final!)
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Pessoas sentindo que tem o rei na barriga, olhando todos por cima, como se fossem grande coisa;
Como a maioria das pessoas não te olham nos olhos quando falam com você;
Não ver pessoas andando na rua, como em qualquer cidade normal…
< / reclamações >
Acabei de ler um artigo sobre uma lei que acabou de ser aprovada no estado do Arizona que permitirá que os policias questionem a legalidade de pessoas se acharem que se tratam de imigrantes ilegais. Ou seja, se ao caminhar para o trabalho ou de volta do supermercado um policial achar que você não tem cara de americano (racial profiling much? imagine…), ele pode te parar sem você ter cometido qualquer infração e perguntar pelos seus papéis, para saber se você esta legal no país ou não. Se você não estiver, bau-bau.
É mole? Pior que ler a notícia é ver a quantidade de ignorância e xenofobia nos comentários. Nestas horas me pergunto o que raios estou fazendo aqui. Socorro!!
Eu ia escrever um longo post sobre esses teen americanos que compraram em iPad para destruir logo em seguida, na frente da loja. Mas desisti quando li a resposta de um deles a pergunta do por que fizeram isso: “era só algo para fazer.” Na boa, WTF?
Eu detesto Facebook. Fiz uma conta assim que foi possível sem ser membro de uma faculdade e na época eu achei mais bonitinho que o Orkut, mas era chato porque não tinha quase ninguém que eu conhecia, só namorado e 1 amiga. Aos poucos fui adicionando uma pessoa ou outra, cheguei a usar e pagar FB para anúncios da minha empresa, mas a decepção veio com o “Beacon”, que abriu a privacidade das pessoas para todos e mais alguns.
Reclamei, avisei todo mundo, fiz campanha entre os conhecidos. As pessoas me chamaram de exagerada, radical. Bom, se você não se importa que todos saibam da sua vida, dos sites que você visita e até mesmo das compras que faz e se não esta vendo que FB esta se transformando num gigantesco marketing tool para lhe empurrar goela abaixo mais coisas que você não precisa, paciência. Eu deletei a minha conta, que diga-se de passagem foi uma dificuldade tremenda e não olhei para trás, esqueci de FB.
Até que recentemente eu vejo que alguns sites querem que você use sua conta de FB para acessar, para cadastrar, para participar, o tal “true login“. Hello, eu não vou fazer uma conta no FB para saber as novidades do seu produto, para testar seu software ou receber seu newsletter! Simplesmente vou clicar no concorrente que não exige mais do que um email e ás vezes nem isso.
Ontem eu li sobre o FB dividindo suas informações com sites que eles pre-aprovaram. De novo. Você visita site X e ele já sabe seu nome, data de nascimento, seus amigos, seu email, sua localidade e o que mais você tiver no seu FB. Beacon revisited. E engraçado, essa opção é a default. Quer dizer, eles assumem que você quer dividir estas info com todos e para manter alguma privacidade (haha, privacidade no FB) você precisa desabilitar nas preferencias, que vamos e venhamos, o usuário “comum” não sabe usar e vai acabar deixando como esta para não “quebrar” seu profile, isso se ele perceber o que esta acontecendo, pois o usuário “comum” é bem leigo sobre internet. Como esquecer o fiasco do “facebook login” que aconteceu mês passado, onde centenas de usuários do FB que usam o google para chegar na página de login do FB caíram numa página com uma matéria sobre o FB e começaram a reclamar, não reconhecendo o site pelo que ele é, um site de notícias com um artigo sobre o FB. Parece piada, mas a verdade é que o usuário mediano sabe pouco sobre o que esta acontecendo nos bastidores. Muita gente não sabe o que é um browser ou o que o google é uma ferramenta de busca. Não acredita? Veja o video no final do texto.
Enfim, expliquei minha antipatia com o FB e se fez sentido para você, desative sua conta por lá e diga para todos o motivo. Se não, tudo bem, mas se não quiser ser “reconhecido” em sites que nunca visitou antes porque o FB gosta de dividir seus detalhes, procure nas preferências como bloquear isso. E delete os cookies de vez em quando. E os supercookies (LSO). E use Firefox em vez de Internet Explorer.
“O que é um browser?”
Para quem não sabe, a direita conservadora deste país se comporta pior do que doido em hospício. Gente como Glenn Beck, Rush Limbaugh e Ann Coulter, “comentaristas” que tem o mesmo efeito de um acidente de trânsito: você esta vendo e ouvindo, mas não consegue acreditar (nas besteiras ditas). Para uns é comédia da pior qualidade, para outros é uma vergonha que gente que só quer aparecer esteja regurgitando tanta merda, mas existe os que acreditam e levam tudo ao pé da letra. Jon Steward fez graça com as asneiras do Glenn Beck recentemente e eu ri, mas senti um friozinho na barriga por ser lembrada das maluquices do GB…
Ann Coulter é uma destas conservadoras que gosta de falar besteira e dizer que esta usando seu “poder de liberdade de expressão”. Porque aqui no USA você pode falar o que quiser, desde comentários racistas a incitar o público a matar o presidente e esta protegido pela “lei de liberdade de expressão”. Diferente de alguns países, como o Brasil ou Canadá, por exemplo, onde você pode se expressar, mas não incitar atitudes de ódio, por exemplo.
Por isso eu gostei de ver que Ann foi adivertida a prestar atenção no que ia dizer na sua visita ao Canadá. Enquanto a liberdade de expressão é lei, discursos que promovem e incitam o ódio a minorias não é bem vindo, thank you very much. O que para pessoas normais é apenas fazer uso do bom senso, para esses doidos que querem aparecer a todo instante vira o ganha pão e ticket para a fama. Afinal, nem todos podem fazer um video se sexo explicíto.
Recentemente fui a um jantar com conhecidos, um grupo grande com uma mistura de brasileiros e americanos onde eu conhecia apenas um punhado de pessoas. Eu confesso que não sou fã de saídas em grupos, sempre tenho a impressão de que as conversam ficam como óleo na água, por cima. Sou muito mais o tête-a-tête ou um pequeno grupo, onde é possível conversar mais intimamente.
Bem, o jantar correu normalmente, sem maiores emoções, mas na hora da sobremesa aconteceu o que eu mais detesto nestes “eventos”: a esposa de um rapaz que não conheço, ambos americanos, veio se sentar perto de mim e daí começou o que eu chamo de “entrevista”. Ela me olhava com um sorriso, mas tinha um olhar que não refletia o sorriso, e disparou dezenas de perguntas: onde moro, estado civil, de onde eu sou, meu emprego, onde é meu trabalho, onde vivi antes, o que fazia, como vim parar em LA, porque, bla-bla-bla. No meio do interrogatório eu percebi que estava dando respostas secas e sendo deselegante, já que eu me recuso em retornar a pergunta “mas e você, onde mora?”. Who fucking cares? Eu detesto esta mania das pessoas, americanos principalmente, de querer saber tudo sobre você em 10 minutos de conversa com perguntas que geralmente querem rotulá-lo isso ou aquilo. Pelo bairro e emprego, eles imaginam sua classe social, estado civil e nacionalidade, suas intenções. É como uma entrevista de emprego, onde se você der dar respostas certas, vai ser contratado, do contrário vai para a geladeira. Terminado o questionário, ela levantou e foi “entrevistar” outra pessoa.
Minutos depois um brasileiro que estava sentado a minha frente olhou para a mulher que tinha me entrevistado, olhou para mim e disse “se ela vier aqui fazer a mesma coisa, eu vou fugir”. Rimos e começamos a bater papo, falamos sobre o Brasil, sobre o clima, sobre a recessão americana e depois nos apresentamos. Foi leve, natural, normal.
Sem querer generalizar, mas muitos americanos não sabem bater um papo descontraído sem enquadrá-lo: precisam de dados, precisam traçar o plano de ação, da conversa. Tem também a falta de tato, falta de assunto e falta de educação mesmo. Nem adianta tentar explicar o quão indelicado é este interrogatório, pois para muitos isso é normal e até, em muitos casos, serve para poder se gabar sem parecer um babaca. Afinal, como vão falar da casa de 2.6 milhões que acabaram de comprar (mas que não podem pagar) ou do Jaguar que “omg, esta me custando uma fortuna em seguro!“.
Haja paciência…
Qual tipo de bêbado é você? Eu sou a dorminhoca. Depois de beber um pouco, principalmente vinho tinto, só quero dormir e nada mais. No site da Heineken você pode ver tipos engraçados -e manjados-, como o exibicionista, o briguento e o mão boba, entre outros.
Veja os sinais.

Detesto inconstâncias. Seja no restaurante onde almoço com frequência, onde eu espero que o chef não mude a mão no tempero e “estrague” o sabor do meu prato favorito, no supermercado onde faço minhas compras semanais e onde detesto ter que percorrer corredores repletos de junk food a procura de algo que foi mudado de lugar, só citando alguns exemplos. Para as coisas mundanas que eu faço no piloto automático, prefiro que continuem sempre igual. Se quero mudanças, eu as crio.
Logo, tem algo que me deixa P. da vida toda vez que limpo os cookies do meu browser. O Yahoo é temperamental e o link no cantinho que diz “Switch to narrow view” simplesmente SOME! Só para um dia, do nada, reaparecer.

Diabos, really? Really? Não quero mover as News para o top, quero a narrower view!
Se alguém souber como resolver isso, por favor, me avise. Obrigada.
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