Sensacional!
Adorei a idéia do I went to MoMA and… Olha só este que fofo:
E além das mensagens estarem no site, sairam no jornal The New York Times, em posteres e paineis espalhados pela cidade.
Adorei a idéia do I went to MoMA and… Olha só este que fofo:
E além das mensagens estarem no site, sairam no jornal The New York Times, em posteres e paineis espalhados pela cidade.
Caraca! Estou cheia de ouvir sobre os 10 anos do 9/11, de ver especial com as fotos do dia, os vídeos, a reação, o que mudou, o que não mudou, bla-bla-bla ou o Biden falar sobre o perigo “real” de um outro ataque por estes dias! Que circo patético! Para quem estava lá e viu tudo acontecer, a última coisa que eu quero é ficar relembrando esta data maldita e como este ataque foi usado (e ainda é) como desculpa para cortar a liberdade de quem vive aqui. Que inferno!
Sophie Blackall, uma ilustradora de mão cheia, teve uma idéia genial: desenhar as pessoas que mandam recados pelo Missed Connections. Para quem não sabe o que é isso, é um cantinho no jornal (o Village Voice tinha um) ou no Craigslist, onde você pode mandar uma mensagem para alguém que viu apenas uma vez na vida, alguém que capturou seu olhar e com quem você gostaria de trocar palavras, um jantar, quem sabe casar e viver feliz para todo o sempre, mas perdeu a oportunidade. É um tiro no escuro, mas tudo vale a pena quando a alma não é pequena (clichê, eu sei, mas não pude resistir).
“Terça-feira, 6 de abril de 2010 -MparaH – 28 (Chelsea)
Você: alto, cabelo castanho, um bigode incrivelmente volumoso, vestindo uma camisa xadrez verde e azul.
Eu: alta, loira, vestido preto e botas de chuva Burberry.
Eu embarquei no trem C direção uptown na rua 14th em torno das 10:50 da manhã de terça-feira. Você saiu na rua 23. Você estava me olhando. Intensamente. Você é realmente, ridiculamente, bonito.”

Eu sou uma romântica e espero que eles se encontrem. Para ver mais Missed Connection, visite o blog de Sophie.
Eu tive a sorte de conhecer NYC antes das mudanças feitas pelo então prefeito Giuliani e ainda guardo na memória uma NYC que era perigosa, suja e pobre. Clique na foto para ver a seleção feita com imagens de Times Square. E visite o site do fotógrafo Matt Weber para ver mais fotos de NYC, antigas e recentes.
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Ontem assisti Tudo Pode Dar Certo (Whatever Works, 2009) de Woody Allen. Passei a oportunidade de assistir quando estava nos cinemas ano passado, mas estava na minha lista do Netflix, então decidi assistir neste domingo sem nada de muito interessante para fazer. É uma boa comédia, cheia de otimismo e com tiradas excelentes. Woody esta em forma plena. Recomendo.
Plus, eu adorei ver as externas na minha antiga vizinhança, Lower East Side.
Falando em Michael Douglas, estou curiosa para saber se o Wall Street 2 vai ser bom. Pelo trailer estou inclinada a achar que talvez decepcione (a mania de Hollywood de contar o filme todo no trailer), mas eu prezo tanto Oliver Stone que acho difícil ele embananar isso. Basta esperar para ver né?
A internet é um saco sem fundo, a gente começa num link indefeso e quando menos espera esta caindo pelo buraco sem fim.
Estava olhando os preços dos lofts em Dogtown (Venice) e acabei indo parar num site com fotos sensacionais de Hugh Holland e a cultura skater de LA. Ah, que nostalgia de um tempo que não vivi…
Dai vi as fotos também geniais de NYC nos anos 78/85 e 86/99, e também bateu aquela nostalgia danada. Pelo menos posso dizer que desta vez a nostalgia foi justificada, já que tive a sorte de experimentar NYC nos anos 90.
Simplesmente amei este video. Old school NYC. Yeah!
Batendo um papinho com minha amiga Y. que vive em NYC, ela me falando do frio, das nevascas, dos dias curtos e eu lembrando de toda aporrinhação que passei anos a fio (frio?) em NYC, olhei para o widget do tempo, vi que faria sol em LA durante toda semana e dei graças.
Já não é novidade que eu reclamo do tempo não importa onde eu viva (boring!) e apesar de me sentir melhor com o clima daqui, fiquei com uma bruta saudades do frio terrível de NYC. Das camadas de roupas que fazem a gente parecer o bonequinho do Michelin, da neve que consegue entrar naquele vãozinho do cachecol, gelando a nuca e principalmente daquela sensação de aconchego e proteção de estar dentro de casa tomando um chá quente e olhando a neve cobrir o quintal, o esqueleto das árvores, os bancos, os cantos da janela. Uma coisa assim meio poética, tudo branquinho e o silêncio… quando neva NYC se cala.
Bom seria ter tudo isso em doses homeopáticas, porque depois de algumas semanas acaba deprimindo.
Nesta de nostalgia de NYC, eis um site com fotos lindas da cidade: Hello New York. Lindo.
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