A Man in Love, Karl Ove Knausgård

Terminei o 2º volume de Min kamp, A Man in Love, de Karl Ove Knausgård. O 1º volume me acertou em cheio, eu adorei, mas este foi mais complicado para mim…

Neste, como o título já deixa claro, ele retrata sua vida a partir do momento em que deixa a sua primeira esposa, a sua necessidade de “fugir”, a mudança e adaptação em Estocolmo e a paixão por sua esposa atual, Linda.

A Man in Love, Karl Ove Knausgård

Neste volume ele entra em detalhes da vida do casal: como se sente ao virar pai e as dificuldades de criar filhos, o desejo intenso de escrever, a amizades com outros escritores, em particular seu amigo Geir, etc.

Igual ao 1º volume, ele fala do íntimo de uma maneira quase universal e eu acho isso sensacional. Eu duvido muito que uma pessoa ao ler este livro, ou algum desta série, não tenha passado por situações ou sentimentos similares. Isso que ele sabe fazer tão bem, as questões, as angustias, os desejos que nos parecem tão únicos, tão pessoais “ninguém entendo porque não passaram por isso” são na realidade banais, outras milhares de pessoas já sentiram ou passaram por algo similar. A única coisa que faz a sua situação especial é que ela é sua.

A narrativa de Karl Ove é cativante como no 1º volume, parece que estou conversando com um amigo, o ouvindo relatar seu dia, suas angustias, sua vida. O problema é que eu tolero muito pouco os problemas relacionados a amor, casamento, viva conjugal. Eu já passei por isso, já tive minha cota de relacionamentos e ouvir sobre o dos outros é bem broxante. Não leio romance por esse motivo.

Não sou o tipo de pessoa que quer saber quem esta namorando quem, como esta o relacionamento de fulano ou sicrano ou se alguém esta traindo, isso não me importa, então um bom pedaço deste livro foi um tanto quanto aborrecido para o meu gosto. Não ajuda nada que o relacionamento deles me pareça um pouco disfuncional.

Tirando meu desgosto por esse pedaços, o resto do livro em que ele trata da vida, da mudança, da adaptação a nova cidade, os relacionamentos interpessoais e até mesmo da criação das crianças, é muito bom, tocante.

Super recomendo a leitura, principalmente se você leu o 1º volume. Eu vou continuar com os outros volumes, mas não agora. Este é o tipo de livro que faz a gente pensar, então vou dar um espaço de tempo até pegar o 3º volume.

Zero Zero Zero, de Roberto Saviano

Terminei de ler Zero Zero Zero, de Roberto Saviano. O autor, como já tinha feito no livro anterior Gomorrah, mergulha de cabeça no assunto que esta pesquisando, e claro, com esse livro não foi diferente.

Zero Zero Zero aparentemente é o codinome que os traficantes dão a mais pura cocaína no mercado, aquela que ainda não passou de mão em mão e não foi cortada e misturada para dar mais lucro. O livro de 416 páginas é tortuoso: ele fala desde as guerras do tráfico no México, dando uma possível explicação a barbárie que acontece por lá dia-sim e dia-também, passando por Venezuela, Brasil, Europa, África, até chegar aos figurões que facilitam o transporte e lavagem do dinheiro da droga. Muita violência, muita sujeira, uma corrupção estrondosa do negócio mais rentável do mundo: cocaína.

Zero Zero Zero, de Roberto Saviano

Contrário a uns que ficaram chocados com a violência imposta aqueles que ingressam neste mundo (principalmente as guerras de facções no México), o que ficou martelando na minha cabeça são aquelas imagens que vemos frequentemente na TV de apreensões de traficantezinho de esquina com 80 reais e 10 papelotes no bolso, enquanto toneladas de coca partem dos nossos portos sem qualquer problema…

Dois momentos bem WTF são sobre os Kailibes que eu nunca tinha ouvido falar e mais tarde sobre Bruno Fuduli. Cara, Itália é o Brasil da Europa.

O que falar sobre o livro? Bom, eu não gosto do estilo de Saviano, de como ele escolhe costurar os casos ou de quando ele mesmo fala sobre o que esta escrevendo de maneira poética. Gosto de não ficção de maneira limpa, direta, com observações que vão me fazer refletir. Mesmo assim o livro vale a pena ser lido, pois tem muita informação sobre esse submundo das drogas e como atinge tudo e todos em absolutamente qualquer lugar.

E a solução para tanta violência, corrupção? Como acabar com esta empreitada criminosa? Na minha opinião, atingindo onde dói mais, no bolso dos caras. Sem dinheiro para molhar as centenas de palmas que se estendem daqui até o outro lado do Atlântico, a invencibilidade começaria a rachar. Ou talvez não, não sei.

As verdades que ela não diz – Review

Hoje em dia se eu não gosto de alguma coisa, não perco meu tempo escrevendo sobre essa experiência, seja um filme, um livro, um restaurante… Quanto menos a coisa significa pra mim, menos ligo se foi bom ou ruim. Claro que ligar o whatever é um aprendizado e nem sempre 100% infalível, mas percebo que é a melhor maneira de me estressar menos.

Outra coisa que aprendi foi: se não esta bom, larga e parte pra outra coisa. Livro, filme, restaurante, taxi fedido, etc. Durante quase toda minha vida eu sentia obrigação de terminar o livro que tinha começado, por exemplo. Fazia um investimento emocional e ia até o fim, não importa se estava bom ou ruim. E pra que isso? Não faz sentindo nenhum se sacrificar assim. Finalmente caiu a ficha e comecei a abandonar livros que não me cativaram. No 1º capítulo, nos 50%, não importa, dei a chance, não rolou, ciao e próximo! Existem mais livros no mundo que eu quero ler do que tempo para lê-los, então a seleção tem que acontecer para que o tempo seja usado para a leitura que vai me trazer prazer ou conhecimento ou questionamento ou pura diversão.

Estava lendo As verdades que ela não diz, de Marcelo Rubens Paiva e infelizmente tive que usar a regra acima e parei de ler, ao mesmo tempo que vou contrariar a primeira regra descrita.

As verdades que ela não diz é um livro de contos sobre o universo feminino, mas que deixa muito a desejar. De início achei que o problema fosse se tratar de contos: curtos, sem tempo de profundidade, eles podem trabalhar contra o escritor. Mas daí lembrei de Fugitiva, de Alice Munro, que li ano retrasado e como este livro de contos sobre mulheres é maravilhoso. Sem dificuldade nenhuma consigo lembrar daquelas mulheres e suas vidas. Infelizmente não posso dizer o mesmo sobre as mulheres do Marcelo. Poderiam mesmo ser o mesmo fantasma de uma mulher em várias situações da vida, tão pouco sei do que são feitas.

As verdades que ela não diz

Sim, definitivamente o problema não é o formato, é o conteúdo. Nenhum daqueles personagens descritos por Marcelo tem dimensão. Li sobre seu cotidiano, mas não sobre o que estavam vivendo interiormente. E, oras bolas, esse não é um dos motivos de lermos, para podermos experimentar a vida pela visão de outro ser?

Quando os personagens são rasos, um livro não tem muita diferença de uma pessoa que eu sigo no Twitter ou Instagram: eu sei o que essas pessoas fazem e dizem, mas não sei sobre o que as motiva realmente.

Foi decepcionante, pois eu queria mergulhar neste universo feminino cheio de surpresas e reviravoltas que foi prometido na contra-capa do livro, mas aos 40% percebi que não tinha nada a ser ganho e parei de ler. É uma pena, pois eu respeito este escritor, mas não consigo investir meu tempo se não vejo retorno.

Talvez tenho sido um erro ler um livro assim logo depois da enxurrada emocional de Karl Ove Knausgård, mas enfim. Tentei. E se quiser ler um excelente livro de contos sobre mulheres, leia a Fugitiva de Alice Munro.

As verdades que ela não diz (Amazon)

Fugitiva (Amazon)

Estrada de Ferro D. Pedro II

Mais um novo livro da editora Siana Press: Estrada de Ferro D. Pedro II. O livro é uma coletânea de ilustrações criada pelo Instituto Artístico Imperial (Rio de Janeiro), a pedido do então Ministério de Agricultura, Comércio e Obras Públicas e publicada em 1867.

A obra mostra os pontos mais importantes da Estrada de Ferro D. Pedro II, assim como as plantas das pontes sobre os rios Sant’Anna, Sacra Família, Rio das Mortes, Piraí e Parahyba (Rio Paraíba do Sul).

Estrada de Ferro D. Pedro II

Um dado interessante é a história da estrada de ferro. Quando a república brasileira foi proclamada em 15 de Novembro de 1889, a Estrada de Ferro Dom Pedro II foi rebatizada e virou Estrada de Ferro Central do Brasil (oficialmente mudada no dia 22 de Novembro). As obras de ampliação continuaram durante muitos anos, principalmente com extensões que incorporaram linhas já existentes, mas infelizmente a deficiência de alguns ramais acabou prejudicando a rentabilidade das principais linhas.

Mesmo assim, para aqueles que gostam de história como eu, é curioso ver as fotos e planos de construção desta obra histórica.

Para saber mais, baixe o livro gratuitamente do site oficial da Apple.

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My Struggle: Book 1, de Karl Ove Knausgaard

My Struggle: Book 1, é o primeiro dos 6 volumes autobiográfico do autor norueguês Karl Ove Knausgaard. Comparado a Proust, a coleção abrange momentos de grande importância na vida do escritor e ele não se esquiva de falar de absolutamente nada: morte, família, amor, vicio, arte, medo e os detalhes mais íntimos de sua vida como ela foi vivida. Tudo esta ali, escancarado para o mundo inteiro ler.

Duramente criticado pela família que viu essa “invasão de privacidade” como uma grande traição, ao mesmo tempo que a mídia norueguesa investigava cada milímetro da vida do autor, a saga explodiu na Noruega e só recentemente foi lançada em inglês.

My Struggle: Book 1, de Karl Ove Knausgaard

Fiquei curiosa sobre o livro e autor depois de ler um artigo sobre ele no New Republic. Curiosa, mas desconfiada, pois não tenho muita paciência para longas divagações biográficas, comecei o 1º volume no final de Março e terminei as mais de 400 páginas em 1 mês. Logo de cara fui fisgada. Lendo sobre a família, sua adolescência e seu desejo de escrever despertou memórias em mim que eu nem mesmo sabia que estavam guardadas. A linguagem dele é simples, mas poética. A vida, as sensações, as frustrações, os desejos, as explicações, a vida vivida por nós, ou no caso, a minha e a dele, nascidos em países tão distantes e com culturas tão opostas, e mesmo assim, a vida interior experimentada de maneira tão análoga. Foi perturbador em vários momentos ver as semelhanças, principalmente nos erros, mas não deixou de ser um “mimo” se enxergar em outro.

Eu tenho uma teoria de que somos mais semelhantes do que gostaríamos de ser, e nossas emoções, também limitadas, se repetem em todos nós infinitamente. O primeiro amor, a busca da aprovação dos pais, as amizades, a adolescência, o início da vida adulta, a morte de um familiar. Todos nós experimentamos isso e a maioria já passou pelo leque de emoções que essas vivências proporcionaram. Por isso é fácil sentir-se lá, junto com ele, enquanto lemos sobre seus momentos mais íntimos.

Eu entendo o sentimento de traição da família dele, mas na minha opinião Karl Ove fez muito mais do que expor toda sua família, ele desnudou-se em My Struggle: Book 1, e justamente por isso o livro diz mais sobre ele mesmo do que sobre a família.

Dito isso, eu simplesmente amei o 1º volume, mesmo que não tenha sido fácil de ler. Muitas interrupções para que eu pudesse pensar na minha própria vida, nas minhas experiências. Estou desejosa de ler o 2º volume, mas vou dar um tempo para que as idéia e impressões de My Struggle: Book 1 se assentem.

Para comprar: Amazon

Para saber mais: GoodReads

Aprendendo e Desenhando

E a Siana Press tem mais um livro disponível na Apple Store: Aprendendo e Desenhando. A idéia central desta edição é estender o vocabulário infantil proporcionando um aprendizado fácil e descontraído. No volume 1, a criança vai aprender o nome de algumas frutas e legumes, clicando no botão do som para escutar o nome correspondente ao desenho presente na tela. Cada página conta ainda com uma paleta de desenho multi-touch, onde a criança pode desenhar de forma intuitiva.

Aprendendo e Desenhando

A cada dia que passa, mais eu me divirto na elaboração dos livros da Siana Press, e este com certeza foi uma delícia criar. Estou planejando uma série que vai continuar no mesmo caminho, sempre levando em conta que o objetivo principal é tornar o aprendizado das crianças mais gostoso e divertido.

Clique no botão para saber mais na loja oficial da Apple:

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West of Eden: An American Place

Recentemente terminei de ler West of Eden: An American Place, da escritora Jean Stein, a mesma que escreveu Edie: American Girl, a biografia de Edie Sedgwick, a superstar de Andy Warhol.

West of Eden: An American Place é apresentado como a história oral de Los Angeles. Stein conseguiu capturar vividamente um elenco mítico de personagens: suas ambições e triunfos, bem como a sua desolação e tristeza. Ela conta a história de cinco indivíduos e suas famílias, cujas vidas o que tem de fascinante, tem de trágicas.

West of Eden: An American Place

Ela começa com Edward L. Doheny, o magnata do petróleo cuja corrupção chegou a destruir a reputação de um presidente americano. Ele foi a inspiração para o livro Oil!, de Upton Sinclair, que por sua vez foi a base do filme There Will Be Blood (no Brasil recebeu a tradução de Sangue Negro).

O segundo capítulo fala de Jack Warner e como este filho de imigrantes judeus, juntamente com seus irmãos, fundou um dos estúdios de cinema mais emblemáticos do mundo, a Warner Bros..

Terceiro capítulo é Jane Garland, a filha problemática de uma aspirante a atriz que nunca conseguiu escapar dos esquemas “bizarros” de sua mãe. Depois temos Jennifer Jones, uma atriz de Oklahoma que ganhou o Oscar aos vinte e cinco anos. E por último Jean Stein narra a ascensão do seu próprio pai, Jules Stein, um oftalmologista nascido em Indiana que transformou Hollywood com a criação de sua agência/estudio, a MCA, Inc.

Na minha opinião, os melhores capítulos foram sobre os Dohenys, sobre os Warners e sobre a família Stein. Foi interessante ver como cada clan, a sua maneira, conseguiu ascender ao poder e fama. Foi fascinante ler sobre o que movia essas pessoas, tanta loucura, excentricidade, insegurança…

Tudo bem que estamos falando de dinosauros, mas não há como negar o legado deixado por estas pessoas. O livro também esta cheio de tidbits sobre celebridades e estrelas. Por exemplo, fiquei sabendo que Ronald Regan era informante do FBI e que denunciava amigos atores muitas vezes com pouquíssima de evidência. Lembre-se, isso foi na época do temível comunismo e dos “vermelhos”, quando uma lista negra foi criada com a ajuda de alguns personagens deste livro, e deixou atores, diretores e escritores desempregados, pois foram banidos de Hollywood. Pois é, Ronald Regan era um snitch!

Bom, o capítulo sobre Jennifer Jones foi mais ou menos, e o de Jane Garland é mais sobre as pessoas aos seu redor e poderia nem ter entrado no livro, pois achei fraco e desinteressante.

Mas eu gostei bastante do livro. Eu adoro história e achei legal saber mais sobre Los Angeles e como as coisas aconteciam a 80/100 anos atrás.

Second Life: A Novel

Estou lendo dois livros no momento, e nenhum deles esta me trazendo prazer/diversão/aprendizado. O primeiro é Second Life, de S. J. Watson, a autora do best seller Antes de Dormir, que eu não li, mas sei que fez muito sucesso e até virou filme com a Nicole Kidman. Por recomendação da NPR, selecionei este livro para ler, mas a cada página que viro, me pergunto se já não li o suficiente e seria melhor parar. Eu não gosto de largar livros pela metade, a não ser que sejam absolutamente horrendos, o que este livro não é. Mas é leeeeento, cansativo, com personagens aborrecentes ao extremo. A autora se repete desnecessariamente, no desejo de talvez fazer a gente sentir empatia com a personagem principal, mas ao fazer isso, consegue o oposto.

Second Life: A Novel

Second Life é um thriller psicológico sobre uma mulher com uma identidade secreta. Quando Julia descobre que sua irmã foi violentamente assassinada, ela quer descobrir o por que. Mas sua busca evolui rapidamente para uma exploração do seus desejos sensuais. Ao envolver-se com um estranho num site de relacionamentos, ela sente que está perdendo controle e talvez possa perder tudo. Essa busca por respostas pode comprometer seu casamento, sua família e sua vida.

Parece interessante, mas na prática, Julia é uma lerda meio frustrada, que tem muito tempo livro para ficar pensando em bobagens que não interessam e faz malabarismos mentais para justificar as decisões que toma. Enfim, o tipo de mulher que não seria minha amiga, pois eu não tenho saco para esse tipo de personalidade. A autora deixa pouco espaço para o leitor preencher e isso, aliado as descrições cansativas destes malabarismo que falei, cansa. Eu não gosto de receber tudo mastigado. O ser humano é multifacetado e muitas vezes surpreendente, mas este personagem até o momento não me surpreendeu nem um pouco. Pode ser que melhore. Ainda não decidi largar o livro, mas infelizmente se algo interessante não acontecer em breve, vai ser um livro que eu não vou terminar.

The Girl on the Train (A Garota no Trem)

Terminei de ler The Girl on the Train (A Garota no Trem), de Paula Hawkins. Eu não costumo ler os livros que fazem parte da lista de mais vendidos do NYT porque geralmente não são o que há de melhor para ler (prefiro as dicas no NPR), mas acabei pegando este livro pra ler e olha, que arrependimento. A premissa é até boa mas faltou algo mais.

A Garota no Trem

Rachel pega o mesmo trem todas as manhãs. Todos os dia ele para num sinal que lhe permite assistir diariamente o café da manhã de um casal, a quem ela apelida de “Jess e Jason”. Ela imagina que a vida deles é perfeita. Não muito diferente da vida que ela recentemente tinha antes do seu divórcio e de ser tornar uma alcoólatra.

Um dia ela vê algo chocante. E a partir dai as coisas começam a acontecer.

Bom, parece interessante né, mas com o passar dos acontecimentos a impressão que eu tive foi: 1) não gosto nem um pouco destes personagens, o que parece ser um trend (desde Gone Girl) que esta virando moda; 2) não tenho problema com personagens desagradáveis, desde que sejam bem construídos e envolventes, o que sinceramente, não senti aqui; 3) existe a premissa de suspense e do famoso “quem foi?”, mas a resposta é bem óbvia se você parar para pensar; 4) os personagens femininos são basicamente uma só mulher dividida em 3 e 5) o livro tem tantos momentos bizarros que eu me peguei mais de 1 vez balançando a cabeça de um lado para o outro, pensando em qual livro eu deveria estar lendo ao invés deste.

O livro não é péssimo, mas é chatinho, deprimente e não oferece nenhum prazer ou satisfação no final. Não recomendo.

 

Artefatos Indígenas

Artefatos Indígenas é uma coletânea de ilustrações criada pela Comissão Científica de Exploração do Ceará, publicada em 1862 e originalmente intitulada “Utensílios, ornamentos, armas e outros artefatos indígenas”.

Artefatos Indígenas

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