Max Payne 3

Estou jogando on and off Max Payne 3 desde o lançamento. A trama se passa em São Paulo, Max é contratado para ser guarda-costas de uma família milionária e tem que defendê-los dos criminosos locais, isso em meio a flashbacks de como ele chegou a SP. Eu adorei a premissa do jogo (Sampa, yay!) e por ser da RockStar, que já fez jogos que eu adorei (a série GTA, Red Dead Redemption, por exemplo), comprei sem pensar e sem medo de ser feliz. O problema é que não estou me divertindo tanto quanto eu pensei que iria. Primeiro, não é open world (eu não sabia), então não posso explorar o universo como eu adoro fazer. Segundo, os efeitos especiais no início são muito chatos. Eu sei que a intenção é fazer a gente se sentir desorientado como Max, o mesmo motivo por ter tanto diálogo em português, mas não curti. Os efeitos diminuem com o passar das missões já que ele nem tem tempo de beber já que as missões são grudadas umas nas outras (outro lance chato), não tem um break, mal terminei de enfrentar uma favela em guerra, tive que me defender num terminal de ônibus e agora num hotel abandonado. Afe. Em suma, não tem nada mais a fazer a não ser atirar geral e caçar os collectibles. Claro que os gráficos são show de bola, as reproduções idem, animações, tudo, o jogo é super bem feito. Mas o elemento diversidade ficou faltando… Talvez se eu tivesse jogado as edições anteriores o jogo seria mais emocionante. Ou se tivesse me informado melhor antes de comprar…

Eu sei que todo video game nada mais é do que muita repetição. Por isso a imersão na estória é importante, senão dá para você perceber o quão repetitivo aquilo é, e se torna super chato. Eu vou terminar o jogo, mas neste passo de tartaruga, vai demorar… Enquanto isso, estou pensando em replay o 1º Assassin’s Creed. Afinal, tenho que me preparar para o AC III. 😉