Sucker Punch

Sexta fui a estreia de Sucker Punch, o novo filme de Zack Snyder. Estava bem animadinha e esperando no mínimo boa diversão e excelente CGI, mas o que levei foi uma rasteira.

Sucker Punch

O filme conta a história de Baby Doll, uma garota que perde a mãe e a irmã e é internada num sanatório pelo padrasto malvado. Lá ela “abre a mente” e, decidida a fugir, arma um plano e conta com a ajuda de outras internas para colocá-lo em prática. Até aí tudo bem, meio clichê, mas é um filme geração ADHD, então a gente baixa as expectativas e entra na onda.

Mas o problema é que nem baixando muito, zerando as expectativas dá para considerar este filme bom (se não viu o filme e não quer saber de detalhes, páre de ler aqui). Baby Doll, para se liberar da terrível realidade de estar num sanatório, passa a fantasiar que esta num bordel e é uma dançarina exótica, onde ela e as outras meninas são sujeitas a caras sujos, canalhas e nojentos. C’mon! Em que universo isso é um upgrade? E as cenas de “luta” são exatamente como as cut scene de video game. Sério, se você joga, já deve ter visto animações exatemente iguais. Eu fiquei esperando alguém gritar “first blood” ou “revenge” cada vez que um oponente caía, mas parece que o pessoal no cinema onde fui não joga Assassin’s Creed Brotherhod. Haha. 😉

E falando em CGI, em alguns momentos até as personagens eram CGI e de maneira tão óbvia que conseguiu até broxar. Ok, a produção não é terrível; as garotas usam roupinhas fofas que com certeza deixará a galera masculina cheia de más intenções e a feminina com idéias de fantasia para o próximo Halloween; é legalzinho ver as meninas detonando samurais, nazis zoombies, robots futuristícos, dragões e etc, mas NADA mais acontece. Em nenhum momento conseguimos fazer uma conecção com as personagens, logo é impossível se importar com o que esta acontecendo na tela. E 2 minutos antes de rolar os créditos vem o desfecho, que vai fazer você revirar os olhos. Garanto. :lingua:

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